Contator de Potência – O que é este que Funciona

Sem sombra de dúvidas o contator de potência é exemplar dos mais populares dispositivos de acionamento quando o raciocínio em questão é comandos elétricos.

O simples evento de se alegar com este estrutura em um painel elétrico, normalmente, traz na energia do técnico da área elétrica a ideia da existência de um motor elétrico trifásico.

Na grande maioria das vezes, o contator é aproveitado para o acionamento de motores elétricos, no entre tanto, esta não é a única aplicação deste dispositivo.

Hoje sobre dia você encontra alguns possíveis substitutos para o contator como são os relés de contato sólido, pois não tenha dúvidas que o contator de potência estará sempre presente em seu dia a dia.

Quer apreender mais sobre o contator de potência? Continue lendo…

Intuito do contator de potência e aplicação


Este
dispositivo tem por meta principal o seccionamento das 3 fases do sistema trifásico de alimentação permitindo com que o contator de potência atue como um interruptor para o motor elétrico por exemplo.

Desta jeito podemos ter o direção da alimentação pelo simples fato do contator ser acionado ou desacionado.

Normalmente utilizado para o acionamento de motores elétricos trifásicos, você mesmo encontrará este artifício comandando banco de resistências, banco de capacitores, autotransformadores, sistemas de iluminação e etc…

classe de emprego de contatores de potência

como comentamos anteriormente, os contatores de potência poderão exigir diversos tipos de cargas elétricas, porém o que vai efetivamente aceitar esta flexibilidade será a categoria de emprego deste equipamento.

As categorias de empregos definida pela IEC-947-4 fixam os valores de correntes que o contator deve basear ou interromper. Elas dependem:

Da categoria do receptor controlado: motor de gaiola ou de anéis, resistências
Das condições nas quais se efetuam os fechamentos e as aberturas: motor em regime ou bloqueado ou em partida,
inversão do sentido de rotação, frenagem por contracorrente.
Você encontrará basicamente 4
ordem de empregos, são elas:

AC-1
AC-2
AC-3
AC-4

A ordem de emprego AC-1 determina aquele os contatores fabricados para este grupo atenderá cargas elétricas cujo como o fator de potência é de no mínimo 0,95, ou seja, normalmente cargas resistivas.

Citar evento da categoria AC-2 temos um grupo definindo aquele o contator poderá comandar partida e desligamentos, frenagem por contracorrente e partida por impulsos em motores de anéis coletores.

Um detalhe importante é aquele normalmente a corrente de partida destes sistemas são de aproximadamente 2,5 vezes a corrente nominal.

A mais comum é a categoria de emprego AC-3 que tem como utilidade principal a partida de motores com rotor gaiola e desligamento efetuado com o motor em regime.

A corrente de partida destes motores podem decorrer de 5 a 7 vezes a corrente nominal.

A categoria AC-4 é sem dúvidas a mais robusta, a quele permite a manobra dos do contator a plena carga, comandos intermitentes e inversão.

Trata-se sobre tudo de acionamentos de motores do modelo gaiola ou anéis como são os casos de motores aplicados em tornos, trefilas, ponte rolantes e etc…

Partes internas de exemplar contator
Podemos
verificar em um contato 3 principais partes que o constitui, a parte superior, a base e sua bobina.
Na parte
elevado temos um conjunto que são o “semi núcleo” unido ao mecanismo móvel dos contatos, também nesta parte temos a parte fixa dos contatos (tanto de potência quanto auxiliar).
Na
alicerce , ou parte inferior, também possuímos um “semi núcleo” que será envolvido pela bobina transformando-o em um eletroímã capaz de atrair o mecanismo móvel da parte superior.

consequência
O contator de potência é
unidade dos componentes defato necessários e em alguns casos, praticamente insubstituível, com a meta de seccionar as fases de um sistema trifásico pode acionar praticamente todas as cargas elétricas.

O único detalhe que o profissional deve ter é de escolher a categoria de emprego adequada a instalação onde o contator será aplicado, você é um eletricista em Osasco? Então fique por dentro de tudo que sai aqui .

O aquele é SPDA?

Você sabe o aquele é SPDA ?

É identidade Hábito de Proteção contra Descargas Elétricas, popularmente chamado de para-raios.

A montagem dos Sistemas de refúgio contra descargas atmosféricas (SPDA) é uma reclamação do corpo de Bombeiros, regulamentada pela ABNT segundo a Norma NBR 5419/2005, esse tem por causa de que objetivo evitar e/ou minimizar o conflito dos efeitos das descargas atmosféricas, tal podem produzir incêndios, explosões, danos materiais que, até parecido, perigo à vida de pessoas e animais, o pessoal de Osasco entende muito de SPDA, só você procurar um eletricista em Osasco e seus problemas vão acabar.

Presentemente existem três métodos de dimensionamento:
1)
Método Franklin, contudo com limitações a cerca de função da altura e do Nível de proteção;
2)
Maneira Gaiola de Faraday;
3)
Jeito da Esfera Rolante, Eletrogeométrico ou Esfera Fictícia.
O
método Franklin, devido às suas limitações impostas pela Norma passa a ficar cada vez menos usual em edifícios sendo inspiração para edificações de pequeno porte.Segundo a norma vigente, os pára-raios do exemplar Franklin são instalados para proteger o volume de um cone, onde o captor fica no vértice e ângulo entre a geratriz e o centro do cone, variando de acordo com o nível de proteção e a altura da mecanismo (NBR 5419/2005).
O
jeito Cadeia de Faraday consiste em instalar um sistema de captores formado por condutores horizontais interligados em forma de malha, maneira muito aproveitado na Europa. É baseado na teoria de Faraday, segundo a que tal, o campo no interior de uma gaiola é nulo, igual quando passa por seus condutores uma corrente de valor alto, para isto, é necessário tal a corrente se distribua uniformemente por toda a espaço. E menor for a alcance entre os condutores da malha, elevado será a proteção obtida ( NBR 5419/2005).
O
lógica da Esfera Rolante é o mais recente dos três acima mencionados que consiste em organizar rolar uma esfera , por toda a mecanismo . Esta esfera terá unidade raio definido em função do Nível de Proteção. Os locais onde a esfera tocar a construção são os locais mais expostos a descargas. Resumindo poderemos adiantar aquele os locais onde a esfera toca, o raio também pode tocar , devendo estes serem protegidos por elementos metálicos (captores Franklin ou condutores metálicos).
Igualmente é permitido utilizar a combinação desses métodos.
Há certos cuidados na instalação do SPDA.

As exigências do comportamento do SPDA pelo corpo de Bombeiros são em sintaxe, estabelecimentos industriais ou comerciais com mais de 1500 m2 de terreiro construída, em edificação com mais de 30 metros de altura, além de áreas destinadas a depósitos de explosivos e inflamáveis, e em outras edificações a critério do Corpo de Bombeiros, quando a periculosidade se justificar; e devem obedecer a critérios de confiabilidade e de cautela.
•Execução
A
execução do sistema começa pela contratação de uma empresa especializada em SPDA. Deve, porquanto em qualquer outra atividade, cumprir a todos os requisitos (trabalhadores legais, encargos sociais em dia etc.), e tal sigam as exigências de segurança no trabalho (treinamento de segurança básico, treinamento específico para trabalho em altura, NR-10 etc.). Os trabalhadores devem ser treinados e utilizar EPIs adequados a cada tarefa. A empresa deve realizar um estudo preliminar de riscos e apresentar medidas preventivas de cautela. Durante a realização dos serviços, deve-se realizar uma fiscalização permanente.
•Controle da qualidade
O
fiscalização de qualidade começa pela especificação correta, no projeto, nos materiais com as características previstas em norma. Todos os materiais deverão ser precisamente vistoriados e conferidos para evitar retrabalho e problemas legais.
Na Manutenção
Os SPDAs devem
acabar por inspeções visuais anualmente e inspeções completas (de acordo com o nível de proteção requerido), e nessas inspeções deverão ficar identificadas eventuais irregularidades e, no caso, corrigidas imediatamente para garantir e eficiência do sistema.

Não há uma proteção 100% segura, mas sim a utilização de dispositivos de proteção que diminuam os riscos e a probabilidade de danos aos equipamentos e instalações e/ou estruturas físicas ao serem atingidas.É imprescindível a divulgação e difusão dos conhecimentos capazes de subsidiar a definição e a adoção de práticas eficientes para minimizar os efeitos destrutivos das descargas.